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Luciano Hang oferece R$ 10 mil por informações sobre pichação na Estátua da Havan em Natal

Luciano Hang oferece R$ 10 mil por informações sobre pichação na Estátua da Havan em Natal

temp_image_1791924295.182228 Luciano Hang oferece R$ 10 mil por informações sobre pichação na Estátua da Havan em Natal

Vandalismo em Natal: Estátua da Havan é alvo de pichações ideológicas

Um episódio de vandalismo agitou a cidade de Natal nesta terça-feira (13). A icônica Estátua da Liberdade, símbolo das lojas Havan, foi pichada durante a madrugada, gerando repercussão imediata nas redes sociais e no meio empresarial.

De acordo com as informações divulgadas pela empresa, o sistema de monitoramento interno registrou a ação. As imagens mostram que o ato foi rápido, durando menos de um minuto, mas foi suficiente para deixar frases de cunho ideológico marcadas na estrutura do monumento.

A Reação de Luciano Hang

O empresário Luciano Hang, proprietário da rede de lojas, não poupou palavras ao classificar o ocorrido. Para Hang, a ação não pode ser confundida com liberdade de expressão ou manifestação política, tratando-se, na verdade, de um crime contra o patrimônio.

“Depredar o patrimônio dos outros não é manifestação, é vandalismo. Enquanto uns sujam e destroem, outros precisam limpar e consertar”, declarou o empresário.

Recompensa de R$ 10 mil por informações

Determinado a identificar os responsáveis pelo ato, Luciano Hang anunciou uma medida drástica para acelerar a resolução do caso. O empresário está oferecendo uma recompensa de R$ 10 mil para qualquer pessoa que forneça informações concretas que levem à identificação e captura do autor da pichação.

Os principais pontos do caso incluem:

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  • Local: Loja Havan em Natal, Rio Grande do Norte.
  • Dinâmica: Ação rápida (menos de 60 segundos) registrada por câmeras.
  • Motivação: Frases de cunho ideológico.
  • Medida: Oferta de recompensa financeira por denúncias.

O caso agora deve seguir para as autoridades competentes, com a empresa fornecendo as imagens de segurança para auxiliar nas investigações policiais. O episódio reacende o debate sobre os limites entre a manifestação política e a preservação do patrimônio privado no Brasil.

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