A Knight of the Seven Kingdoms: Fim da 1ª Temporada e o Futuro de Dunk e Egg

O Fim de Uma Jornada: Análise do Final da 1ª Temporada de “A Knight of the Seven Kingdoms”
A poeira baixou após o julgamento dos sete, os feridos se recuperam e a primeira temporada de “A Knight of the Seven Kingdoms” chegou ao fim, deixando fãs ansiosos por mais. Dunk (Peter Claffey) está bastante machucado após a vitória de sua equipe na competição contra o time de Aerion Targaryen (Finn Bennet). Apesar do triunfo, ele se sente culpado pela morte de Baelor Targaryen (Bertie Carvel), seu companheiro de equipe e herdeiro do Trono de Ferro, vítima de um golpe acidental com uma maça de seu próprio irmão, Maekar (Sam Spruell).
Um Luto e uma Nova Proposta
Após o funeral de Baelor, Maekar oferece a Dunk a chance de servir sob seu comando e levar seu filho Egg (Dexter Sol Ansell) como escudeiro. No entanto, Dunk, cansado de lidar com príncipes, recusa a oferta. Ao ser visitado pelo fantasma de seu mentor, Ser Arlan de Pennytree (Danny Webb), Dunk reconsidera e decide levar Egg para longe da influência nefasta da família Targaryen. Desafiando os desejos de Maekar, Dunk e Egg partem juntos, formando uma improvável dupla de cavaleiro e escudeiro.
A Tradição de Arlan e o Caminho à Frente
Em um gesto de homenagem, Dunk segue a tradição de Ser Arlan, pregando uma moeda em uma árvore antes de partir. O fantasma de Arlan acompanha-o por um tempo, antes de seguir seu próprio caminho. A jornada de Dunk e Egg os leva a discutir a possibilidade de se aventurarem em Dorne, a região sul e desértica de Westeros. A cena final mostra Maekar procurando por Egg enquanto as carroças partem, sugerindo um possível cruzamento com a trama Targaryen na próxima temporada.
O Que Esperar da 2ª Temporada?
Em entrevista à Variety, Ira Parker, co-criador e showrunner da série, revelou que a 2ª temporada adaptará a segunda novela “Dunk and Egg” de George R.R. Martin, “The Mystery Knight”. Ele também compartilhou a história por trás do título da série, explicando que Martin inicialmente rejeitou a ideia de chamá-la de “Dunk & Egg”, temendo que soasse como uma sitcom.
Parker enfatizou a intenção de criar um tom mais leve e divertido, mesmo em meio a eventos trágicos, refletindo a complexidade da vida real. Ele também ressaltou a importância de manter a perspectiva de Dunk, evitando explorar os pontos de vista de outros personagens, especialmente os nobres.
Fidelidade aos Livros e o Universo de Westeros
A série busca ser fiel aos livros de Martin, expandindo o universo e os personagens de forma orgânica. As Rebeliões Blackfyre, embora não sejam o foco principal, servem como pano de fundo importante, influenciando as interações e os conflitos dos personagens. A produção se esforça para criar jornadas contidas e envolventes, sem cliffhangers, permitindo que os espectadores apreciem a história e retornem para novas aventuras.
A HBO deu à equipe criativa liberdade para definir a duração dos episódios, variando entre 30 e 60 minutos, dependendo das necessidades da narrativa. A série se propõe a ser uma aventura emocionante, explorando o mundo de Westeros sob uma nova perspectiva.
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