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Coritiba Foot Ball Club e a Luta por Justiça Fiscal no Futebol Brasileiro

Coritiba Foot Ball Club e a Luta por Justiça Fiscal no Futebol Brasileiro

temp_image_1770854479.711932 Coritiba Foot Ball Club e a Luta por Justiça Fiscal no Futebol Brasileiro



Coritiba Foot Ball Club e a Luta por Justiça Fiscal no Futebol Brasileiro

Coritiba Foot Ball Club e a Luta por Justiça Fiscal no Futebol Brasileiro

A recente discussão sobre a Reforma Tributária e seus impactos no futebol brasileiro tem gerado debates acalorados, com o Coritiba Foot Ball Club e outros clubes associativos no centro da disputa. A campanha “Amigo do Esporte”, liderada pelo Flamengo, busca sensibilizar o Congresso Nacional para derrubar o veto que mantém uma disparidade tributária entre os clubes tradicionais e as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs).

A Disparidade Tributária: Um Obstáculo ao Crescimento do Futebol Nacional

Atualmente, as SAFs podem ter sua tributação fixada em apenas 6%, enquanto os clubes associativos, como o Coritiba, permanecem com uma carga tributária em torno de 11%. Essa diferença significativa coloca os clubes tradicionais em desvantagem competitiva, limitando sua capacidade de investimento e desenvolvimento.

O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), tem criticado a Reforma Tributária, alegando que a nova taxação pode inviabilizar investimentos nos esportes olímpicos. No entanto, essa argumentação soa pouco sincera, considerando a receita recorde de R$ 2,1 bilhões que o clube obteve em 2025 – um marco inédito no esporte brasileiro.

O Caso do Remo Paralímpico: Um Reflexo da Priorização

A atitude do Flamengo em extinguir o remo paralímpico, a única modalidade com atletas com deficiência no clube, levanta questionamentos sobre o real compromisso com os esportes olímpicos. A situação remete a uma comparação com a postura do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação aos imigrantes.

O Cenário Internacional: Lições da Europa

É importante observar o cenário internacional para entender a complexidade da questão. Na Espanha, gigantes como Real Madrid e Barcelona pagam a alíquota cheia do imposto corporativo, na casa de 25%, como qualquer outra empresa. Essa prática demonstra que a sustentabilidade financeira dos clubes pode ser alcançada mesmo com uma carga tributária mais elevada.

O Futuro do Coritiba e do Futebol Brasileiro

A luta por uma tributação justa é fundamental para garantir a igualdade de condições entre os clubes e promover o desenvolvimento do futebol brasileiro. O Coritiba Foot Ball Club, juntamente com outras agremiações, precisa se unir para defender seus interesses e buscar uma solução que beneficie a todos. A aprovação da campanha “Amigo do Esporte” pode ser um passo crucial para alcançar esse objetivo.

Para mais informações sobre a Reforma Tributária e seus impactos no esporte, consulte o site do Planalto.


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