×

Patinacao Artistica Olimpiadas 2026: O Backflip Revolucionário que Agita o Gelo

Patinacao Artistica Olimpiadas 2026: O Backflip Revolucionário que Agita o Gelo

temp_image_1771183068.487332 Patinacao Artistica Olimpiadas 2026: O Backflip Revolucionário que Agita o Gelo



Patinacao Artistica Olimpiadas 2026: O Backflip Revolucionário que Agita o Gelo

O Backflip: Da Proibição à Glória nas Olimpíadas de 2026

Um dos movimentos mais espetaculares e que arrancam aplausos fervorosos nas apresentações de patinação artística é, sem dúvida, o backflip. Essa acrobacia, que consiste em uma cambalhota para trás com aterrissagem em um ou dois pés, era considerada um “salto de cambalhota” e, por décadas, foi proibida em competições oficiais. Mas, prepare-se: o backflip está de volta, legalizado e pronto para brilhar no palco olímpico de 2026!

A História Turbulenta de um Movimento Rebelde

O backflip carrega consigo uma história rica em rebeldia e atletismo. Pela primeira vez executado em 1976 pelo americano Terry Kubicla no Campeonato Nacional dos Estados Unidos, o movimento ousado logo chamou a atenção. Kubicla até mesmo o apresentou nas Olimpíadas de Innsbruck, na Áustria, naquele mesmo ano.

No entanto, a ousadia não durou muito. Apenas um mês depois, a International Skating Union (ISU), órgão regulador do esporte, proibiu o backflip, considerando-o perigoso e incompatível com a elegância tradicional da patinação artística. A penalidade era severa: dois pontos a menos na nota final para qualquer patinador que ousasse executá-lo.

Um Ato de Resistência e Justiça no Gelo

Apesar da proibição, o backflip não foi esquecido. Em 1998, a patinadora francesa Surya Bonaly desafiou as regras e realizou um backflip nas Olimpíadas de Nagano, aterrissando em um único pé. A performance, um ato de protesto contra a avaliação injusta dos jurados, resultou em uma queda na classificação, mas se tornou um símbolo de resistência e justiça na patinação artística. Veja o momento histórico aqui.

O Retorno Triunfal e a Nova Era da Patinação Artística

Vinte e seis anos depois do gesto de Bonaly, o patinador francês Adam Siao Him Fa reviveu o backflip no Campeonato Europeu de 2024, conquistando o título mesmo com a dedução de pontos. Sua performance no Campeonato Mundial de 2024, com a presença de Terry Kubicla no painel técnico, foi ainda mais emblemática.

Em junho de 2024, a ISU finalmente revogou a proibição, permitindo que o backflip seja executado como um elemento coreográfico. Embora não tenha pontuação própria, o movimento pode ser incorporado às coreografias para adicionar um toque de emoção e espetáculo.

O Que Esperar das Olimpíadas de 2026?

Com a liberação do backflip, podemos esperar performances ainda mais inovadoras e emocionantes nas Olimpíadas de 2026. Patinadores como Ilia Malinin, que já incluem o movimento em suas apresentações, estão abrindo caminho para uma nova era na patinação artística, onde a criatividade e a ousadia são celebradas.

A história do backflip é uma prova de que a paixão pelo esporte e a busca pela inovação podem superar barreiras e transformar a forma como vemos a patinação artística. Prepare-se para se surpreender com o que o futuro reserva!


Compartilhar: