Greve no Metrô SP: Metroviários Decidem Sobre Paralisação em Assembleia

Greve no Metrô SP: Metroviários Decidem Sobre Paralisação em Assembleia
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo realizará uma assembleia crucial nesta quarta-feira (11/2) para determinar se haverá uma paralisação nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô SP. A decisão surge em meio a um estado de greve já anunciado pela categoria em 4 de fevereiro, motivado por reivindicações salariais e trabalhistas.
Principais Reivindicações dos Metroviários
Os trabalhadores do Metrô de São Paulo alegam que a empresa não realiza concurso público desde 2016, optando por Programas de Demissão Voluntária (PDV). Essa política, segundo o sindicato, resultou em uma redução significativa do quadro de funcionários, sobrecarregando os que permanecem e comprometendo a qualidade do serviço prestado aos passageiros.
As principais demandas apresentadas pelo sindicato incluem:
- Abertura de negociação para um Plano de Carreira decente.
- Pagamento dos STEPS (progressão salarial) para os servidores.
- Realização de concurso público para repor o quadro de funcionários.
Assembleia e Possível Paralisação
A assembleia está agendada para as 18h30 na sede do Sindicato dos Metroviários. O objetivo, conforme o sindicato, é pressionar a empresa a abandonar o que consideram um comportamento autoritário e atender às demandas dos trabalhadores. Caso a greve seja aprovada, o impacto será sentido por milhares de passageiros que dependem do Metrô SP para se locomover pela capital paulista.
Interferência na Linha 2-Verde e Impacto nas Demais Linhas
Às vésperas da assembleia, uma interferência na via na estação Chácara Klabin causou lentidão em toda a Linha 2-Verde, afetando também as linhas 1-Azul e 15-Prata na manhã desta quarta-feira (11/2). A Linha 3-Vermelha também foi impactada, mas foi normalizada às 9h. A Linha 15-Prata retomou o funcionamento normal às 9h15, enquanto as linhas 1-Azul e 2-Verde foram normalizadas às 9h30.
O que Esperar da Negociação
O sindicato espera apresentar na negociação um plano de carreira que valorize os trabalhadores e garanta a sustentabilidade do sistema. A falta de resposta do Metrô SP até o momento gera apreensão entre os metroviários.
O Metrópoles solicitou um posicionamento do Metrô-SP sobre o assunto, mas ainda não obteve resposta. O espaço permanece aberto.
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