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Metrô SP: Avanços na Linha 19-Celeste e Impactos para a Região

Metrô SP: Avanços na Linha 19-Celeste e Impactos para a Região

temp_image_1774616758.348398 Metrô SP: Avanços na Linha 19-Celeste e Impactos para a Região



Metrô SP: Avanços na Linha 19-Celeste e Impactos para a Região

Metrô SP: Licença Ambiental Aprovada para a Estação Dutra da Linha 19-Celeste

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) deu o sinal verde para o início das obras da Estação Dutra, parte da Linha 19-Celeste do Metrô SP, localizada em Guarulhos. Este marco representa um avanço significativo na expansão da malha metroviária da capital paulista e da região metropolitana.

Investimento e Prazos

O investimento previsto para a construção da Estação Dutra é de R$ 671 milhões, com uma profundidade de 27 metros. A expectativa é que a obra seja concluída em seis anos. O custo total estimado para a Linha 19-Celeste é de R$ 20 bilhões, distribuídos em três lotes de obras civis, com previsão de término em 2033.

Impacto Ambiental e Condicionantes

A aprovação da licença ambiental pela Cetesb veio acompanhada de condicionantes importantes, visando minimizar os impactos ambientais durante a construção. Entre as medidas exigidas estão o controle rigoroso de poeira e ruído, a gestão adequada do material escavado e a implementação de soluções de drenagem urbana sustentáveis, como jardins de chuva e pisos permeáveis. O projeto passou por estudos ambientais detalhados para avaliar os impactos na região.

Integração com a Linha 2-Verde

Um dos objetivos do projeto é o compartilhamento de estruturas entre as Linhas 19-Celeste e 2-Verde, otimizando recursos e facilitando a integração entre as linhas. Quando estiver totalmente operacional, a Linha 19-Celeste conectará o centro de São Paulo a Guarulhos em aproximadamente 35 minutos, com capacidade para transportar até 630 mil passageiros por dia.

Disputa na Licitação

A Agis, concessionária responsável pela Linha 19-Celeste, ficou em segundo lugar na licitação, com o Consórcio Nove de Julho apresentando o melhor lance. A Agis contestou a vitória do rival, alegando que o Consórcio Nove de Julho não comprovou a experiência necessária em escavações de túneis com tuneladoras TBM em áreas urbanas, conforme exigido no edital. A disputa ainda está sendo analisada pela Justiça.

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Fonte: Folha de S.Paulo


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