INSS: Ministro do STF concede prisão domiciliar a suspeito da ‘Farra no INSS’

INSS: Ministro do STF concede prisão domiciliar a suspeito da ‘Farra no INSS’
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou a concessão de prisão domiciliar a Sílvio Roberto Machado Feitosa, apontado como um dos diretores financeiros da operação conhecida como ‘Farra no INSS’. A decisão, tomada em 19 de janeiro de 2026, representa uma reviravolta no caso investigado pela Polícia Federal (PF).
A fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) veio à tona após denúncias e investigações aprofundadas. Sílvio estava em prisão preventiva desde dezembro do ano passado, mas o agravamento repentino de seu estado de saúde motivou a mudança na medida cautelar.
Problemas de Saúde e a Decisão do STF
Sílvio Roberto Machado Feitosa sofreu uma angina instável, com obstrução significativa das artérias coronárias, chegando a 90%. Ele foi submetido a uma angioplastia com implante de stent e hospitalizado em estado grave, com risco de morte. Diante desse cenário, o ministro Mendonça considerou desproporcional a manutenção da prisão preventiva em unidade prisional, mesmo reconhecendo a persistência dos fundamentos que a justificavam inicialmente.
O Papel de Sílvio na ‘Farra no INSS’
As investigações da PF indicam que Sílvio desempenhava um papel central no núcleo financeiro da ‘Farra no INSS’. Ele era responsável pelo fechamento de negócios, gestão de contas e atuava na ocultação de patrimônio. Sua atuação como diretor financeiro era crucial para o esquema de desvio de recursos.
Operação da Polícia Federal e Apreensões
Durante a operação realizada em dezembro, a Polícia Federal apreendeu uma vasta gama de bens de alto valor, incluindo armas, dinheiro, carros de luxo, relógios importados e joias. Esses bens, segundo as investigações, foram adquiridos com recursos desviados do INSS. Veículos de marcas premium, como Volvo, e relógios estrangeiros foram alguns dos itens recolhidos em diferentes estados e no Distrito Federal.
Um dos endereços alvos da operação foi o do senador Weverton Rocha (PDT-MA), demonstrando a amplitude das investigações.
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Fonte: Metrópoles
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