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Operação da PF em Macapá: Prefeito Furlan Afastado por Suspeita de Fraude em Licitações

Operação da PF em Macapá: Prefeito Furlan Afastado por Suspeita de Fraude em Licitações

temp_image_1772627003.331896 Operação da PF em Macapá: Prefeito Furlan Afastado por Suspeita de Fraude em Licitações



Operação da PF em Macapá: Prefeito Furlan Afastado por Suspeita de Fraude em Licitações

Operação Paroxismo: PF Investiga Fraudes em Licitações da Saúde em Macapá e Afasta Prefeito Furlan

A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da operação Paroxismo, investigando um esquema de fraudes em licitações na área da saúde em Macapá (AP). O prefeito Dr. Furlan (PSD) e o vice-prefeito Mario Neto (PODEMOS) foram afastados de seus cargos por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

O que Aconteceu?

A operação, autorizada pelo STF, cumpre 13 mandados de busca e apreensão em Macapá, Belém (PA) e Natal (RN). Os mandados foram cumpridos em endereços ligados ao prefeito Furlan e outros servidores públicos, incluindo a Secretária de Saúde de Macapá, Erica Aymoré, e o presidente da comissão permanente de licitação da prefeitura.

Investigações Apontam para um Esquema Criminoso

As investigações da PF apontam para um esquema criminoso de direcionamento de licitação, desvio e lavagem de dinheiro em obras hospitalares, especificamente na execução das obras do Hospital Geral Municipal de Macapá. A suspeita é de que agentes públicos e empresários tenham se unido para manipular o processo licitatório e garantir vantagens indevidas em contratos milionários.

Desvio de Verbas e Lavagem de Dinheiro

De acordo com a PF, parte dos recursos destinados à obra do Hospital Geral Municipal de Macapá, orçada em cerca de R$ 70 milhões, teria sido desviada e posteriormente lavada por meio de movimentações financeiras irregulares. O objetivo do grupo, segundo a investigação, era o enriquecimento ilícito.

O Hospital Geral Municipal de Macapá

O Hospital Geral Municipal de Macapá é uma obra de infraestrutura crucial para a saúde da capital amapaense. A operação busca esclarecer se o projeto foi utilizado como ferramenta para a prática de crimes e o desvio de recursos públicos.

Próximos Passos

A operação Paroxismo continua em andamento, com a PF trabalhando para coletar provas e identificar todos os envolvidos no esquema de fraude. O afastamento do prefeito Furlan e dos demais servidores públicos tem duração de 60 dias, conforme determinação do STF.

Para mais informações sobre o caso, consulte a fonte original: G1 Amapá


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