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Núcleo Terrestre: O Segredo da ‘Cozinha Dourada’ e Avanços em Energia Nuclear

Núcleo Terrestre: O Segredo da ‘Cozinha Dourada’ e Avanços em Energia Nuclear

temp_image_1776076751.359178 Núcleo Terrestre: O Segredo da 'Cozinha Dourada' e Avanços em Energia Nuclear



Núcleo Terrestre: O Segredo da ‘Cozinha Dourada’ e Avanços em Energia Nuclear

O Segredo da ‘Cozinha Dourada’ da Terra: O Ouro no Núcleo Terrestre

Cientistas revelaram recentemente o motivo pelo qual arcos vulcânicos contêm quantidades incomumente altas de ouro. A pesquisa, focada na região de Kermadec, no Pacífico Sul, demonstra que processos de fusão em altas temperaturas liberam o ouro contido em minerais de sulfeto, impulsionando-o para o fluxo de magma. Essa liberação ocorre devido à ação do enxofre, que atua como um vetor para o metal precioso.

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(Fonte: Getty Images – Imagem ilustrativa)

O que torna essa região única é o manto empobrecido, que passa por repetidos ciclos de fusão. Esse processo de “fusão repetida” maximiza a liberação de ouro, resultando em concentrações significativamente maiores em comparação com outras áreas de dorsais oceânicas. Embora a extração econômica do ouro do fundo do mar não seja viável no momento, essa descoberta aprofunda nossa compreensão da dinâmica interna da Terra e do ciclo do ouro.

O ouro, além de seu valor intrínseco, oferece pistas valiosas sobre a história geológica do nosso planeta, revelando os complexos caminhos que percorre antes de chegar à superfície.

Exploração Espacial com Energia Nuclear: A Missão Dragonfly a Titã

Enquanto desvendamos os segredos do interior da Terra, a NASA se prepara para explorar os confins do Sistema Solar. A agência espacial anunciou planos para lançar a Dragonfly, um drone inovador com forma de helicóptero e oito rotores, em direção a Titã, a maior lua de Saturno, em 2028. A chegada a Titã está prevista para 2034.

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(Fonte: NASA)

A Dragonfly será alimentada por uma bateria nuclear MMRTG (Radioisotope Thermoelectric Generator), essencial para manter o dispositivo operacional em temperaturas extremas de até -180°C. Equipada com um espectrômetro de massas, instrumentos meteorológicos e câmeras, a missão explorará a superfície e a atmosfera de Titã em busca de sinais de vida ou precursores biológicos. O primeiro ponto de pouso será nas dunas de areia de Shangri-La, seguido pelo cráter de impacto Selk, onde se espera encontrar material do subsolo. Com duração mínima de três anos, a missão promete revolucionar nosso conhecimento sobre a possibilidade de vida extraterrestre.

Baterias Nucleares de Longa Duração: Uma Nova Fronteira em Energia

A inovação em energia nuclear não se limita à exploração espacial. A empresa americana NRD apresentou recentemente sua linha de baterias NBV (Nuclear Battery Volatile), que utilizam o isótopo níquel-63 para gerar eletricidade através da desintegração beta. Essa tecnologia permite um fornecimento contínuo de energia por mais de um século, sem a necessidade de manutenção, ideal para dispositivos de ultra-alta eficiência energética.

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(Fonte: Shutterstock)

As baterias NBV são compactas, medindo apenas 20 x 20 x 12 mm, com potências variando de 5 a 500 nanowatts, voltagens de 1 a 20 V e correntes de poucos nanoamperes. Apesar da baixa potência, são perfeitas para sensores, sistemas de monitoramento ambiental, sistemas de segurança e plataformas de IA automatizadas que exigem uma fonte de energia estável e duradoura. A NRD enfatiza que este produto representa um avanço significativo na aplicação de materiais nucleares a soluções energéticas de última geração. A segurança e a eficiência do níquel-63, apesar de sua longa vida útil, precisam ser rigorosamente verificadas para garantir a viabilidade prática da tecnologia.

Fonte: https://vtcnews.vn/cong-nghe-11-4-bi-mat-nha-bep-tao-vang-cua-trai-dat-ar1012445.html


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