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Morte de Indiciado no Caso Cão Orelha: Novas Reviravoltas na Investigação

Morte de Indiciado no Caso Cão Orelha: Novas Reviravoltas na Investigação

temp_image_1776137850.66865 Morte de Indiciado no Caso Cão Orelha: Novas Reviravoltas na Investigação



Morte de Indiciado no Caso Cão Orelha: Novas Reviravoltas na Investigação

Morte de Indiciado no Caso Cão Orelha: Novas Reviravoltas na Investigação

Tony Marcos de Souza, um dos indiciados por supostamente coagir uma testemunha no processo que investiga a morte do Cão Orelha em Florianópolis, faleceu na madrugada desta segunda-feira (13). A informação foi confirmada por seu advogado, Rodrigo Duarte da Silva.

Segundo o advogado, o empresário de 52 anos sofreu um infarto fatal na capital catarinense. Detalhes sobre o velório e sepultamento ainda não foram divulgados.

O Caso da Coação

Os atos de suposta coação teriam sido praticados por três adultos, todos ligados aos adolescentes investigados, contra o porteiro do prédio onde residiam. Tony Marcos de Souza era tio de um dos jovens envolvidos no caso.

Em janeiro, a 32ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital, especializada em Defesa do Meio Ambiente, declinou da atuação no caso, solicitando a redistribuição para uma Promotoria Criminal comum. A coação passou a ser investigada em um inquérito paralelo ao da morte do cão.

A investigação policial identificou tentativas de coação a testemunhas por familiares de um adolescente. Tony e outros dois homens foram indiciados por interferir no andamento do processo, visando proteger seus familiares.

O crime foi direcionado ao vigilante de um condomínio que possuía uma fotografia que poderia ser crucial para a investigação do caso do Cão Orelha.

Onde Está o Caso Cão Orelha Atualmente?

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) solicitou novas diligências à Polícia Civil em 9 de abril, três meses após a conclusão do inquérito original. Essa solicitação demonstra que o MPSC ainda não chegou a uma conclusão definitiva sobre o caso, identificando lacunas e inconsistências no material investigativo.

Entre as medidas solicitadas, está o aprofundamento de provas e a possível refazimento de análises para esclarecer contradições encontradas durante o inquérito. A investigação permanece aberta, com novos desdobramentos dependendo das diligências solicitadas pelo Ministério Público.

O promotor Fabiano Henrique Garcia, responsável pela área ambiental em Florianópolis, destacou que as provas reunidas, incluindo imagens, vídeos e depoimentos, indicam que os conflitos envolvendo os adultos ocorreram após os maus-tratos ao animal e tiveram origem em desentendimentos pessoais e na ampla divulgação do caso nas redes sociais.

Para mais informações sobre o caso:

Acompanhe o caso Cão Orelha e seus desdobramentos no g1 SC.


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