Polêmica na UESC: Professor é alvo de investigação por assédio moral e perseguição

Polêmica na UESC: Professor é alvo de investigação por assédio moral e perseguição
A Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) instaurou oficialmente uma sindicância para aprofundar as investigações sobre a conduta de um professor substituto lotado no Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas. O caso, que ainda corre sob sigilo para preservar as partes envolvidas, ganhou repercussão após denúncias graves apresentadas por estudantes.
As denúncias: Assédio moral e perseguição em sala de aula
As informações, que chegaram ao conhecimento público através do Diário Oficial do Estado (DOE) e de relatos de alunos, apontam para um ambiente acadêmico tóxico. De acordo com as denúncias encaminhadas ao Departamento de Ciências Exatas, o docente é suspeito de:
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- Assédio Moral: Comportamentos inadequados que teriam causado constrangimento aos alunos durante as aulas.
- Perseguição Acadêmica: Utilização de notas baixas como forma de retaliação ou punição aos estudantes.
- Constrangimento Público: Episódios de humilhação no ambiente de ensino.
Irregularidades no regime de ensino
Além das questões comportamentais, o professor também está sob suspeita de irregularidades administrativas. Há indícios de que o docente estivesse ministrando aulas de forma remota sem a devida autorização da reitoria da UESC, desrespeitando as normas institucionais de ensino presencial.
Como funciona o processo de apuração?
O docente em questão atua como substituto desde setembro de 2024. Para garantir a imparcialidade e a verdade dos fatos, a reitoria escalou um grupo de professores para conduzir a sindicância. O cronograma estabelecido prevê:
- Análise Preliminar: Revisão de todas as evidências colhidas na primeira investigação.
- Prazo de Relatório: A comissão tem até 30 dias úteis para entregar um relatório detalhado.
- Decisão Final: Com base no relatório, a universidade decidirá se abre um processo administrativo interno formal ou se arquiva a denúncia.
É importante ressaltar que, até o presente momento, o professor não foi formalmente acusado nem condenado, gozando da presunção de inocência. A universidade, seguindo os protocolos de sigilo, optou por não emitir comentários adicionais sobre o caso.
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