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Polícia Federal Deflagra ‘Operação Backdoor’ Contra Esquema de Desvios na Receita Federal

Polícia Federal Deflagra ‘Operação Backdoor’ Contra Esquema de Desvios na Receita Federal

temp_image_1784813504.916486 Polícia Federal Deflagra 'Operação Backdoor' Contra Esquema de Desvios na Receita Federal

Polícia Federal Deflagra ‘Operação Backdoor’ para Combater Desvios na Receita Federal

Na manhã desta quinta-feira (23), a Polícia Federal deu início a uma operação estratégica para desmantelar um esquema de desvio de bens pertencentes à Receita Federal. Batizada de Operação Backdoor, a ação visa punir os responsáveis pela subtração de equipamentos e veículos, utilizando métodos fraudulentos para mascarar a saída do patrimônio público.

O Alvo da Operação Backdoor

As equipes da Polícia Federal cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em pontos estratégicos do estado do Rio de Janeiro. As diligências ocorreram nos seguintes locais:

  • Cidade do Rio de Janeiro: Bairros de Brás de Pina, Senador Camará e Guaratiba.
  • Angra dos Reis: Bairro Encruzo da Enseada.

A operação foi desencadeada após a própria Receita Federal encaminhar uma notícia-crime ao órgão policial, revelando indícios graves de irregularidades no controle de seus ativos.

O Esquema: Como Funcionava o Desvio?

O nome “Backdoor” (porta dos fundos, em inglês) foi escolhido por ser a descrição literal do modus operandi dos criminosos: a maioria dos bens era retirada clandestinamente por uma saída localizada nos fundos do edifício da Receita Federal.

De acordo com as investigações, o prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 350 mil. Entre os itens subtraídos, destacam-se:

  • Cerca de 300 computadores;
  • Cinco aparelhos de refrigeração;
  • Veículos que desapareceram do pátio da instituição.

Além da retirada física, a Polícia Federal investiga a utilização de termos de doação fraudados, que serviam para legalizar a entrega desses bens a terceiros de maneira ilícita.

Envolvidos e Implicações Jurídicas

A investigação aponta que o esquema não teria sido possível sem a ajuda interna. Há suspeitas do envolvimento de um servidor público cedido ao órgão, que atuaria em conjunto com integrantes de uma OSCIP (Organização Social).

Os investigados podem responder por crimes graves, incluindo:

  • Peculato: Apropriação de dinheiro ou bens públicos por funcionário público.
  • Associação Criminosa: União de pessoas para a prática de crimes.

A operação segue em andamento, e novos delitos podem ser revelados conforme a análise dos materiais apreendidos. Para acompanhar a atuação e as notícias oficiais do órgão, você pode acessar o portal da Polícia Federal.

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