Defesa de Jair Bolsonaro pede ao STF liberação de visita de Carlos Bolsonaro e irmãos no Dia dos Pais

Pedido Excepcional: Defesa de Bolsonaro busca reencontro familiar no Dia dos Pais
Em um movimento jurídico recente, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a autorização para que ele receba a visita de seus filhos no próximo domingo (9), data em que se celebra o Dia dos Pais.
O pedido, descrito pelos advogados como sendo de “caráter absolutamente excepcional”, foca na preservação dos vínculos afetivos e na dimensão humanitária da data. A solicitação visa permitir que Carlos Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro possam visitar o pai durante o período da tarde.
Quem participa do pedido de visita?
É importante notar que a solicitação não abrange todos os filhos do ex-presidente. O pedido de liberação contempla:
- n
- Carlos Bolsonaro;
- Flávio Bolsonaro;
- Jair Renan Bolsonaro.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro não foi incluído na solicitação, uma vez que reside atualmente nos Estados Unidos.
O Contexto das Visitas Suspensas
Este pedido surge em um momento de tensão jurídica. No mês passado, o ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão das visitas ao ex-presidente por um período de 30 dias. No caso específico de Flávio Bolsonaro, a suspensão foi estendida para 90 dias.
A decisão do magistrado foi motivada pelo descumprimento de restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O estopim para a punição foi a divulgação de uma carta manuscrita de Jair Bolsonaro nas redes sociais, feita por Flávio.
Para o ministro Moraes, a veiculação do documento configurou um desvio de finalidade do direito de visita e violou a proibição de que o ex-presidente utilizasse redes sociais, seja diretamente ou por meio de terceiros.
Argumentos da Defesa
Os advogados sustentam que a visita pontual no Dia dos Pais não comprometeria o cumprimento das medidas cautelares ou a regularidade da pena. Eles enfatizam que a celebração é uma “data singular do calendário brasileiro” e que a concessão, mesmo que por um curto período, é essencial para manter a convivência familiar.
Agora, a decisão cabe ao ministro Alexandre de Moraes, que analisará se a excepcionalidade da data supera as restrições judiciais impostas anteriormente.
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