Erro Inusitado: GSI Nomeia ‘Fulano e Sicrano’ no Diário Oficial da União e Precisa Corrigir

Confusão no Governo: Nomes Fictícios Param o Diário Oficial da União
Imagine abrir o documento oficial mais importante do país e encontrar nomes que parecem ter saído de um exemplo de preenchimento de formulário. Foi exatamente isso que aconteceu recentemente no Diário Oficial da União, causando surpresa e gerando a necessidade de uma retificação urgente por parte do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Em uma publicação inusitada, o Departamento de Gestão do GSI divulgou a portaria 172, que designava assistentes para a Secretaria de Segurança Presidencial. O problema? Em vez de nomes reais, o texto trazia as expressões “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal”.
A Retificação e a Correção dos Erros
Após a repercussão do erro, especialmente após a divulgação do caso pela imprensa, o GSI agiu rapidamente para corrigir a falha. Uma edição extra do Diário Oficial da União foi publicada para retificar a portaria.
Na versão corrigida, a designação foi devidamente atualizada para incluir três militares reais: dois sargentos da Marinha e um do Exército. Um quarto nome, de um sargento da Marinha que já constava na versão original, foi mantido na republicação.
Mais do que um Nome: O Erro de Grafia
Além da falha grave de conteúdo, a portaria original apresentava um erro linguístico. O texto grafava a palavra “Sicrano” com a letra “C” (“Cicrano”).
De acordo com as normas da língua portuguesa e o dicionário Aulete, o termo correto é Sicrano, utilizado para designar a segunda de três pessoas mencionadas de forma indeterminada (acompanhando Fulano e Beltrano). Esse detalhe adicionou uma camada extra de amadorismo ao documento oficial.
Resumo da Falha Administrativa
- Documento: Portaria 172 do GSI.
- Erro Principal: Uso de nomes fictícios (“Fulano” e “Cicrano”) para cargos de Segurança Presidencial.
- Erro Secundário: Grafia incorreta da palavra “Sicrano”.
- Solução: Republicação em edição extra do Diário Oficial da União com os nomes dos militares designados.
O episódio serve como um lembrete sobre a importância da revisão rigorosa de documentos públicos, onde qualquer erro pode comprometer a imagem de instituições governamentais e a clareza da administração pública.
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